Quinta-feira, 11/04/2019 

TIME DO CORINTHIANS PROMETE NÃO JOGAR EM FINAL DE CAMPEONATO, SE ÔNIBUS FOR APEDREJADO COMO OCORREU NO ÚLTIMO ANO 

Andrés Sanchez jura que o clube não entrará em campo se o ônibus for apedrejado, como aconteceu em 2018. MP, FPF e São Paulo foram avisados


Em 2018, a Polícia Militar não conseguiu evitar as pedradas no ônibus corintiano


Do R7 

Xeque-mate do Corinthians.

Andrés Sanchez decidiu agir.

Ele não se esqueceu que no Brasileiro de 2018, o ônibus do clube foi apedrejado indo para o Morumbi, disputar o clássico.

Foram atirados pedaços de madeira, latas de cerveja e muitas pedras.

Torcedores são-paulinos fizeram a tocaia na Praça Roberto Gomes Pedrosa, em frente ao estádio. 

Seja qual for o trajeto que o veículo faça, é impossível não passar pela praça.

Diante do que aconteceu com o ônibus do Palmeiras ontem, o dirigente resolveu se antecipar.

Mandou um ofício ao promotor Paulo Castilho, ao São Paulo e à Federação Paulista de Futebol.

Se a situação se repetir no domingo, o Corinthians não entrará em campo.

O ofício corintiano foi protocolado.

A Federação Paulista de Futebol já iria pedir reforço para o Batalhão de Choque para proteger a delegação corintiana, no confronto de torcida única, só do São Paulo.

A inspiração de Andrés veio, evidente, na postura do Boca Juniors, na final da Libertadores de 2018.

O presidente corintiano se antecipou.

Ele esperava ambiente hostil no Morumbi.

O São Paulo está desde 2012 sem qualquer conquista.

Andrés até ironizou o inseguro presidente do São Paulo, Leco.

"Faz tempo que você não põe a mão na taça."

A piada foi mal digerida entre torcedores são-paulinos nas redes sociais.

Já prevendo o ataque ao ônibus, Andrés já avisou.

Não haverá jogo no domingo se seu time for atacado por vândalos.

Leia mais..... 

 


Terça-feira, 12/03/2019 

EX-PRESIDENTE DO VASCO EURICO MIRANDA MORRE NO RIO AOS 74 ANOS

Ex-dirigente e ex-deputado federal lutava contra um câncer e estava internado em um hospital da Zona Oeste do Rio

Do G1 

Morreu nesta terça-feira (12), aos 74 anos, o ex-presidente do Vasco Eurico Miranda. O ex-dirigente e ex-deputado federal, pelo PPB-RJ, lutava contra um câncer no cérebro e foi internado pela manhã no Hospital Vitória, na Zona Oeste do Rio.

Conhecido por suas polêmicas e conquistas, Eurico é o mais icônico dirigente da história do clube de São Januário. Atualmente, exercia o cargo de presidente do Conselho de Beneméritos do clube.

De acordo com informações do Globoesporte.com, Eurico foi presidente do Vasco em dois períodos: de 2003 a 2008, e de 2015 a 2017. Também foi vice-presidente de futebol do clube entre 1990 e 2002, tendo participado do período de maiores conquistas do clube, como o Campeonato Brasileiro de 1997, a Copa Libertadores de 1998, a Copa João Havelange de 2000 e a Copa Mercosul de 2000.

O câncer no cérebro foi o terceiro contra o qual lutou Eurico. Antes, já havia superado um câncer na bexiga e outro no pulmão. Nos últimos meses, andava de cadeira de rodas. Recentemente, passou a se tratar em casa, com idas frequentes ao médico.


Eurico Miranda, presidente do Vasco — Foto: Reprodução/TV Globo

Eurico Miranda, presidente do Vasco — Foto: Reprodução/TV Globo


Eurico Miranda e seu tradicional hábito, de fumar charuto — Foto: Edgard Maciel de Sá / Globoesporte.com

Eurico Miranda e seu tradicional hábito, de fumar charuto — Foto: Edgard Maciel de Sá / Globoesporte.com


REPERCUSSÃO

A morte provocou repercussão no mundo do futebol. Jogadores, técnicos, dirigentes e até desafetos de Eurico comentaram nas redes sociais.

"Faleceu agora há pouco o ex-presidente do Vasco, Eurico Miranda, ele tinha um câncer no cérebro. Eurico foi um dos pouquíssimos amigos que fiz no futebol. Com certeza, sentirei falta de fumarmos um charuto juntos e dos bons papos que batíamos. Meus sentimentos à família", disse o ex-atacante Romário.

O ex-jogador e hoje comentarista Petkovic também se manifestou: "Lamento muito. É uma tristeza. Controverso sim, alguns gostavam e outros não, mas eu gostava dele."



Segunda-feira, 24/02/2019 

JOGADOR DE FUTEBOL É DETIDO APÓS TENTAR INVADIR MOTEL EM MACEIÓ

Do TNH1 

O jogador Régis, do CSA, se envolveu em uma confusão e foi detido pela polícia na noite desse domingo (24), na entrada de um motel, no bairro Canaã, na parte alta de Maceió. A informação foi confirmada ao TNH1 por uma funcionária do estabelecimento, na manhã desta segunda-feira (25), e por um agente da Central de Flagrantes, no Farol, para onde o atleta foi levado.

Regis teria sido detido e liberado na Central de Flagrantes | TNH1 / Arquivo / Pei Fang

De acordo com a funcionária do motel, que preferiu não se identificar, o lateral chegou ao local aparentemente alterado e tentou invadir o estabelecimento. “Ele estava sozinho e alegou que sua mulher estava dentro do motel. O segurança impediu e acionou a polícia”, disse.

Ela conta que o jogador gritou com o segurança e deu chutes no portão. O barulho chamou a atenção de quem estava dentro do estabelecimento. “O pessoal pensou que era um assalto, pois a maneira que ele chegou fez parecer isso”, acrescentou.

Ainda segundo ela, integrantes da diretoria do CSA e o técnico Marcelo Cabo estiveram no local para dar assistência ao jogador.

Sem registro na polícia

O TNH1 entrou em contato com a Central de Flagrantes e confirmou a ocorrência com um policial, mas ele não soube dar mais detalhes sobre o fato.

A reportagem chegou a ser informada extraoficialmente que nenhum boletim de ocorrência teria sido registrado, no entanto, o delegado plantonista do domingo, Lucimério Campos, disse que "o procedimento foi feito dentro da lei e comunicado ao judiciário, como de praxe".

"Houve a lavratura de um procedimento contra o jogador e o caso foi regularmente comunicado ao Juizado Especial Criminal da Capital. A funcionária do motel foi ouvida como testemunha. Não houve por parte de nenhum estabelecimento denúncia de dano ao patrimônio privado", declarou Campos em entrevista ao TNH1.

Ele preferiu não passar mais detalhes sobre o caso, mas ressaltou que não houve pagamento de fiança por se tratar de um crime de menor potencial ofensivo.

Na manhã de hoje, o CSA havia informado que não iria se pronunciar sobre o caso, pois a informação não era verdadeira. Porém, por volta das 12h45, o clube emitiu uma nota e afirmou que "o CSA foi comunicado de um incidente com o atleta Régis Ribeiro de Souza na madrugada desta segunda-feira em Maceió. O clube, através do Presidente do Conselho Deliberativo e integrante do Conselho Gestor do futebol, Raimundo Tavares está tratando do assunto internamente, e tomando as providências".

A reportagem ainda não conseguiu contato com o jogador Régis e deixa o espaço aberto para que ele se manifeste sobre o caso.

Histórico

Em 2018, Régis teve o contrato rescindido pelo São Paulo por causa de problemas pessoais. Meses depois, quando treinava pelo Brasiliense, o jogador chegou a ser preso sob suspeita de tentar invadir o apartamento de um vizinho. Ele já admitiu ser usuário de drogas, mas negou o vício.

Ainda em 2018, o CSA precisou lidar com outro caso de um jogador envolvido em confusão que terminou na polícia. O atacante Walter foi detido após "sacar" uma arma de brinquedo para uma equipe da Eletrobras durante uma vistoria em sua residência.


Terça-feira, 19/02/2019 

CASO DANIEL: MÃE DO JOGADOR PRESTA DEPOIMENTO À JUSTIÇA, EM SEGUNDO DIA DE AUDIÊNCIAS 

É a primeira vez que Eliane Aparecida Correa Freitas se encontra com os réus do crime após a morte do jogador

Do G1 PR 

A mãe do jogador Daniel Correia Freitas, Eliana Corrêa, presta depoimento à Justiça na tarde desta terça-feira (19), no segundo dia de audiências de instrução do processo sobre a morte do atleta.

Eliana Correa, mãe do jogador Daniel Correia Freitas — Foto: Giuliano Gomes/PR Press

É a primeira vez que a mãe de Daniel é colocada diante dos sete réus do processo.

Além dela, outras oito pessoas devem ser ouvidas pela juíza Luciani Martins de Paula, da 1ª Vara Criminal de São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Quatro delas são parentes de Daniel.

O objetivo de ouvir os familiares do jogador é traçar um perfil de Daniel, morto no dia 27 de outubro após a festa de aniversário de Alana Brittes. Edison Brittes Júnior, pai de Alana, é réu confesso pelo homicídio do atleta.

A defesa de Brittes sustenta que ele cometeu o crime sozinho, e que Edison agrediu e matou o jogador porque Daniel tentou estuprar Cristiana Brittes, esposa dele.

Pela manhã, três testemunhas sigilosas foram ouvidas pela juíza. As três estavam na casa da família no dia do crime. Uma delas afirmou em depoimento à Polícia Civil que ouviu Cristiana falar para Edison Brittes “não deixa matar ele aqui dentro de casa”.

MÃE DO JOGADOR

Ao chegar do interior de Minas Gerais, onde mora, para as audiências nesta segunda-feira (18), a mãe de Daniel disse que está se preparando há meses para este momento, e que chegou a fazer terapia para isso.

"Eu quero olhar na cara deles, para ver quem são essas pessoas que tiveram coragem de fazer isso com o meu filho (...) eu tenho pena deles. Pena, porque, que vida eles vão ter? A sociedade toda discrimina, então, eles não tem mais vida", afirmou Eliana.

PRIMEIRO DIA

No primeiro dia, os réus não puderam acompanhar as audiências na mesma sala, a pedido das testemunhas. Eles ficaram em uma sala ao lado e puderam ouvir o que foi dito.
Edison e Cristiana Brittes, réus, acompanharam em uma sala o primeiro dia de audiências do processo sobre a morte do jogador Daniel — Foto: Giuliano Gomes/PRPress

Edison e Cristiana Brittes, réus, acompanharam em uma sala o primeiro dia de audiências do processo sobre a morte do jogador Daniel — Foto: Giuliano Gomes/PRPress

As três testemunhas foram ouvidas em uma sala com espaço para aproximadamente dez pessoas.

VEJA, ABAIXO, PELO QUE CADA UM VIROU RÉU:

  • Edison Brittes Júnior – homicídio triplamente qualificado, ocultação de cadáver, fraude processual, corrupção de menor e coação no curso do processo;
  • Cristiana Brittes – homicídio qualificado por motivo torpe, coação do curso de processo, fraude processual e corrupção de menor;
  • Allana Brittes – coação no curso do processo, fraude processual e corrupção de menor;
  • Eduardo da Silva – homicídio triplamente qualificado, ocultação de cadáver, fraude processual e corrupção de menor;
  • Ygor King – homicídio triplamente qualificado, ocultação de cadáver, fraude processual e corrupção de menor;
  • David William da Silva – homicídio triplamente qualificado, ocultação de cadáver, fraude processual, corrupção de menor e denunciação caluniosa;
  • Evellyn Brisola Perusso – denunciação caluniosa e falso testemunho.

RELEMBRE O CASO

O jogador Daniel Correa foi morto depois de participar das comemorações pelo aniversário de 18 anos de Allana Brites. A festa começou em uma casa noturna, em Curitiba, e se estendeu à casa da família Brittes, em São José dos Pinhais.

Em uma entrevista exclusiva à RPC, Edison Brittes, conhecido como Juninho Riqueza, confessou o crime. Ele também afirmou ter matado o jogador, ao prestar depoimento à Polícia Civil.

A defesa de Edison afirma que Daniel tentou estuprar Cristiana, esposa de Edison, e defende que o réu matou o jogador para defender a mulher. Segundo a investigação, Daniel tirou fotos ao lado de Cristiana, no quarto do casal, antes do crime.

De acordo com a Polícia Civil e o Ministério Público, não houve tentativa de estupro.

O jogador foi espancado na casa da família, e levado de carro até um matagal, onde foi mutilado e morto.


Terça-feira, 12/02/2019 

FAMÍLIAS DE VÍTIMAS PODEM LEVAR ATÉ 10 ANOS PARA RECEBER INDENIZAÇÕES 

CASO NÃO SEJA FEITO UM ACORDO EXTRAJUDICIAL ENTRE O FLAMENGO E AS FAMILIARES, A JUSTIÇA PODE DEMORAR QUASE DEZ ANOS PARA DECIDIR 

Do R7 

Se as famílias das vítimas do incêndio no CT do Flamengo não aceitarem a indenização oferecida pelo clube, em acordos extrajudiciais, a disputa nos tribunais pode chegar a dez anos. A avaliação é feita por especialistas em direito esportivo ouvidos pelo Estado. "Os processos demoram muito em função da infinidade de recursos que a legislação permite", explica o advogado Martinho Neves.

Para Domingos Zainaghi, a disputa pode chegar ao Superior Tribunal de Justiça. "A indenização vai depender do entendimento dos juízes. Digo no plural porque uma decisão de primeira instância deverá ser questionada no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro e até no STJ, em Brasília", avalia.

O Código Civil determina que quem causa prejuízo tem o dever de indenizar. A indenização prevê a cobertura de danos efetivos (ressarcidos como danos morais) e dos lucros cessantes, que representam aquilo que o atleta ganharia até o fim da carreira e que deixou de ganhar. A estimativa é feita caso a caso. O goleiro Christian Esmério, vítima que colecionava convocações para a seleção, tinha um potencial de crescimento em campo que poderia ser levado em consideração e uma ação.

Os especialistas evitam estimar os valores indenizatórios. Em geral, a oferta dos clubes é bem menor do que pedem as vítimas. Atualmente, os atletas do Flamengo tinham remuneração de R$ 1 mil e R$ 2 mil, chamada de Bolsa Aprendizagem. Pela Lei Pelé, só maiores de 16 anos podem assinar um contrato de trabalho.

Leia mais... 



Sexta-feira, 08/02/2019 

ATLETAS DA CATEGORIA DE BASE DO FLAMENGO MORREM EM INCÊNDIO EM CENTRO DE TREINAMENTO NO RIO DE JANEIRO 

Dez pessoas morreram. Fogo atingiu alojamento das categorias de base do time no Ninho do Urubu, em Vargem Grande, Zona Oeste do Rio. Os mortos ainda não foram identificados. Três adolescentes saíram feridos

Do G1 Rio 

Parte das instalações do CT do Flamengo devastadas pelas chamas — Foto: Arquivo pessoal

Jovens atletas do Flamengo estão entre os dez mortos em um incêndio em um alojamento no Ninho do Urubu, na Zona Oeste do Rio, no início da manhã desta sexta-feira (8). O Fla-Flu deste sábado, válido pela semifinal da Taça Guanabara, deve ser adiado. O governador Wilson Witzel decretou luto oficial de três dias.

As chamas atingiram as instalações onde dormiam jogadores entre 14 e 17 anos que não residiam no Rio. Ainda não há identificação dos mortos. Os bombeiros chegaram a dizer que todos eram adolescentes, mas não há informações oficiais.

Às 9h50, a polícia chegou ao Ninho do Urubu para fazer a perícia. Um inquérito foi instaurado na 42ª DP (Recreio dos Bandeirantes) para apurar as causas do desastre.

Três adolescentes ficaram feridos, um deles em estado grave, e foram levados para o Hospital Municipal Lourenço Jorge, na Barra:

  1. Cauan Emanuel Gomes Nunes, 14 anos, de Fortaleza (CE);
  2. Francisco Diogo Bento Alves, 15 anos;
  3. Jonathan Cruz Ventura, 15 anos, em estado mais grave.

Às 8h40, Jonathan foi levado às pressas para o centro cirúrgico. Ele sofreu queimaduras em 40% do corpo e será transferido para o Hospital Municipal Pedro II, em Santa Cruz.

Os três feridos são de fora do Rio de Janeiro. Funcionários e médicos do clube estiveram na unidade e a expectativa é de poder transferir os meninos assim que a situação for estabilizada.


Moradora gravou CT do Flamengo em chamas — Foto: Reprodução/GloboNews

Moradora gravou CT do Flamengo em chamas — Foto: Reprodução/GloboNews

O governador Wilson Witzel manifestou condolências nas redes sociais e disse esperar "minuciosa investigação".


TREINOS CANCELADOS

De acordo com um funcionário que trabalha no setor administrativo da base do Flamengo, os meninos seriam transferidos do local onde estavam alojados na semana que vem. Segundo ele, a base do clube migrou para onde era o profissional e já estava em processo de mudança.

O funcionário - que preferiu não se identificar - disse ao G1 que, por causa da chuva na noite de quarta-feira, os meninos estavam de folga.

“Era o dia de folga, pra nossa sorte. Demos folga ontem [quinta] por causa da tempestade e cancelamos o treino de ontem e o de hoje [sexta]. Alguns atletas que moravam mais próximos foram pra casa”, declarou.

Segundo mães de atletas, o treino cancelado liberou os jovens que moram no Rio para dormir em suas casas. Desta forma, só pernoitaram no alojamento adolescentes que vieram de fora, como Cauan Emanuel.

"Se tivesse treino hoje, a tragédia teria sido muito maior", disse uma mãe.
PASSAGEM BLOQUEADA

O funcionário disse que chegava ao Centro de Treinamento no momento em que as chamas começaram. “Chegamos pra trabalhar eram umas 6h, junto com bombeiros. Eu recebi um telefonema quando eu estava chegando”, disse ele.

“O fogo pegou exatamente no local que estavam as crianças. Não espalhou porque os bombeiros chegaram rápido. Ali tinham três ou quatro quartos. O fogo pegou na porta e reteve a passagem”, completou.

O funcionário não soube dizer se a sede tinha brigada de incêndio, mas afirmou que havia extintores no local e que eles chegaram a ser usados no momento do incêndio.

Alexandre Sanz, preparador físico do Flamengo, acha que não tem clima para a realização de um Fla x Flu neste sábado (9). "Fica difícil ter o jogo porque houve uma situação emocional muito forte".

Leia mais... 

© Copyright O interligado